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Segunda, 24 de Setembro de 2018
greve dos caminhoneiros
Greve completa 3 dias e postos em Fátima do Sul já estão sem combustíveis
Caminhoneiros relatam que a greve não irá acabar até que governo se manifeste e aceite abaixar os preços

Motoristas procuraram encher o tanque de seus veículos antes que falte combustível nos Postos da cidade (Foto: Ribero Júnior / SiligaNews)
O movimentos nos dois posto da área central de Fátima do Sul foi intenso durante toda a tarde e também no inicio da noite (Foto: Ribero Júnior / SiligaNews)
A greve dos caminhoneiros em todo o Brasil completa 3 dias, e diversos municípios já começaram a sofrer com os efeitos. Em Fátima do Sul,  cidade distante 45 km de Dourados, e 240 km da Capital Campo Grande, os postos já estão ficando sem combustível. 

Durante toda esta quarta-feira (23) filas se formaram nos postos da cidade, que teve um aumento na gasolina de quase R$ 0,70 centavos. Após a grande procura por parte dos motoristas, em alguns posto a gasolina baixou, sendo comercializada a R$ 4,70. No inicio da noite era grande a fila de veículos em dois postos no centro da cidade.

Informações repassadas ao Portal SiligaNews, é que em outro Posto da cidade, o combustível já havia acabado, restando apenas Álcool e Diesel. De acordo com os caminhoneiros, a greve deverá continuar, sem data prevista para chegar ao fim. Nesta quarta-feira (23) os grevistas fecharam completamente a entrada de Fátima do Sul, não deixando veículos a diesel passar. A greve dos caminhoneiros agrada e desagrada a muitos. Na rede social Facebook, diversas pessoas se manifestam favoráveis a greve, porém existem aqueles no qual acha desnecessário algumas atitudes dos grevistas.

Os caminhoneiros relatam que a greve não irá acabar até que governo se manifeste e aceite abaixar os preços, os caminhoneiros, assim como demais simpatizantes da causa vem demonstrando que nem mesmo o frio os fará mudar de ideia.

Lembrando que o motivo do protesto é contra o aumento dos preços do óleo diesel nos postos de combustível. O valor é composto em 28% de tributos federais e estaduais (PIS/Pasep, Cofins, Cide e ICMS), 6% pela adição de biodiesel, 5% pela margem bruta de distribuição e custo de transportes, 11% do lucro dos postos, além dos 49% destinado às refinarias.

Os protestos que já duram 3 dias acontecem em pelo menos 19 pontos, nas rodovias federais do Mato Grosso do Sul. Cada vez mais é possível notar os prejuízos que a situação está ocasionando, porém como é relatado por vários simpatizantes está é uma ação necessária para que seja tomada uma atitude, em relação aos valores absurdos que vem sendo cobrados aos brasileiros.



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