Sábado, 16 de Dezembro de 2017
Escândalo Bruno e Breno
Desembargadora de MS teve outro filho preso em processo 'relâmpago'
Bruno foi preso por assalto em 2005. julgado em 7 dias e, coincidentemente, também foi para uma clínica psiquiátrica

Breno (esquerda) está preso, enquanto Bruno (direita) passou um ano internado
O escândalo judicial envolvendo a desembargadora Tânia Garcia Borges ganhou novos e mais graves contornos neste domingo, quando a magistrada de Mato Grosso do Sul foi mais uma vez vergonha nacional em reportagem divulgada pelo Fantástico. Segundo o material, outro filho da presidente do TRE-MS (Tribunal Regional Eleitoral), Bruno Solon Borges, foi preso após um assalto na Capital, no ano de 2005. Ele estava com um comparsa e acabou saindo da enrascada rapidinho. 

O que chamou a atenção foi a celeridade com que o inquérito foi concluído e o caso julgado. Em apenas sete dias todo o trâmite judicial foi feito; o que normalmente leva meses, se não anos. O fato que aconteceu em 16 de setembro de 2005, foi enviado ao MPE (Ministério Público Estadual) no dia 22 de setembro. No outro dia os réus foram intimados, julgados e condenados.

Bruno foi mandado para uma clínica de tratamento psiquiátrico, pois seria usuário de drogas. Já o comparsa dele, enviado para a prisão. O mesmo que aconteceu com Breno Solon Borges, que após intervenção da desembargadora, foi levado para uma clínica de tratamento psiquiátrico de alto luxo.

A desembargadora foi buscar o filho pessoalmente na Penitenciária de Três Lagoas junto com um policial civil. O funcionário que estava com Breno, quando ele foi flagrado, continua preso pelo crime.

Bruno, em sua defesa alegava ser usuário de cocaína. Breno alega ter transtornos psiquiátricos, com diagnóstico de Síndrome de Boderline, onde ele não seria capaz de responder por seus atos.



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