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Domingo, 16 de Junho de 2019
Capital
Reinaldo diz que greve de policiais impacta sociedade e estuda medidas
Polícia Civil promete parar caso defasagem salarial não seja equacionada

Governador confirmou que atriz Luiza Brunet aceitou ser madrinha da campanha de combate ao Femicidio(Foto: Marcos Ermínio/Midiamax)
Às vésperas da manifestação convocada pelo Sinpol-MS (Sindicato dos policiais civis de Mato Grosso do Sul) por conta do reajuste zero e não incorporação do abono salarial, anunciados na semana passada, o governador Reinaldo Azambuja (PSDB) já fala em estudar medidas contra a paralisação da categoria, marcada para a próxima sexta-feira (31).

Apesar de ponderar que as categorias têm direito à livre manifestação, o tucano afirma que eventual paralisação impactaria a sociedade como um todo. "Eu vejo que não tem ambiente para manifestação num estado que paga em dia, cumpre suas obrigações e fez aumento significativo desde 2015", declarou durante agenda pública nesta segunda-feira (27).

"Cada categoria responde por ela, e se entender que devam fazer greve, vamos ver quais medidas podemos tomar, porque isso impacta a sociedade como um todo", avisa. A categoria tem panfletaço marcado para hoje em frente à Depac (Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário) do centro.

Os quatro pontos-chave da reinvindicação são o equacionamento da defasagem salarial, incorporação do abono nominal, correção da inflação no período, além da publicação da promoção dos policiais civil. "Queremos resolver problemas que vem se arrestando há quatro anos. Nós queremos discutir e como não conseguimos vamos mostrar nossa indignação", disse o presidente do Sinpol-MS, Giancarlo Miranda.

Um dia antes da paralisação, no entanto, a categoria será recebida pelo titular da Segov (Secretaria de Governo e Gestão Estratégica), Eduardo Riedel, na SAD (Secretaria de Estado de Administração e Desburocratização).



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